sexta-feira, 1 de junho de 2018

Carta ao Madridismo.

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ㅤㅤㅤㅤ Há doze anos esse mesmo sentimento acontecia pela primeira vez. O dia 16 de Maio de 2006 ele deixava o Madrid no Sanchez Pizjuan após a derrota por 4 x 3 para o mandante, o Sevilla. Nove dias antes ele se despedia da torcida no Santiago Bernabéu no empate por 3 x 3 com o Villareal. Aqueles dias me senti órfão.
ㅤㅤㅤㅤ Eu comecei a torcer para este time por causa de uma eventualidade. Moleque, andava pela rua quando um vizinho me alertou sobre “estar passando Campeonato Espanhol na TV”. O time do Madrid não era lá grandes coisas, face aos rivais continentais. Isso aí era lá por volta de 96’. Só lembro que, quando comecei a ver aquele time jogar, por mais defasado que fosse seu estilo de jogo, me encantei.
ㅤㅤㅤㅤ Passaram-se os anos e, sempre que eu podia, tentava acompanhar, fosse por resultados nos jornais de Segunda e Quinta, fosse por noticiários esportivos na TV, na sessão de futebol internacional ou aquela bendita final contra o Vasco da Gama, numa manhã de Terça-Feira. A imprensa brasileira sempre fez esse “protecionismo” barato com o futebol nacional, então não era sempre que apareciam notícias sobre futebol internacional, sobretudo do espanhol que não se comparava com o que acontecia lá no “País da Bota”.
ㅤㅤㅤㅤ Mas aí veio o título de 98’, depois o de 2000 e eles já não podiam mais subestimar aquele time que “vivia de passado” quanto aos títulos continentais. Figo havia chegado do arquirrival e, numa segunda-feira, 9 de julho de 2001, eu me atrasava para ir ao colégio, pois a chamada do noticiário esportivo trazia Zidane como nova contratação do Madrid. Ver Zidane jogar mudava completamente sua maneira de encarar o futebol. A eficácia não era mais tão importante, sim a eficiência e, acho que por isso, os “coroas” que viram o Brasil de 82’ se sentem órfãos até hoje.
ㅤㅤㅤㅤ Zidane em campo não importava o resultado, o dia seguinte sempre trazia aquele sentimento de que seria melhor. Era como se ele sempre tivesse existido naquele time. Mas os grandes jogadores também se vão, também se aposentam e, aquele “Adeus ao Madridismo” no dia 7 de Maio de 2006 nos deixou órfãos.
ㅤㅤㅤㅤ Sinceramente? Eu não conseguia acompanhar o time sem aquele camisa 5 no meio de campo. Camisa 5, símbolo de humildade, pois o grande Zidane poderia ter exigido a 10, não? Mas foi com esse cara que o paradigma das camisas foram quebrados na Era do Futebol Comercial. A “10” não tinha mais tanta importância, exceto em países como Brasil ou Argentina, um chorão e outro birrento no futebol, vivendo briguinhas que não levam a nada, inclusive por conta de número de camisa. Zidane mostrou que um simples número nas costas não significa que você vá jogar melhor.
ㅤㅤㅤㅤ Então ele se foi, meses depois de Florentino Perez ter se demitido.
ㅤㅤㅤㅤ Todo este hiato não vale a pena refletir aqui, dado que este texto é um agradecimento a esta excepcional pessoa. Meses antes de Zidane voltar ao Madrid para comandar o time, Rafa Benítez assumia o cargo de treinador. Eu dizia que não daria certo. Nunca gostei do Benítez como treinador. É cagão, não peita e não sabe gerir pessoas. O resultado estava sendo mostrado com atuações sem uma esperança de algo melhor no amanhã. Eu dizia para um amigo meu: “O homem vai chegar e vai mudar essa porra. Escreve o que digo!”
ㅤㅤㅤㅤ 4 de Janeiro de 2016. No meio da temporada era anunciado. Com ele voltava aquele sentimento de “que tudo vai dar certo, independente do que esteja acontecendo”. E foi exatamente assim. Aguentei piadas, aguentei chacotas em resultados negativos, assim como todo o Madridismo, mas ele estava lá e sabíamos que tudo daria certo no fim. Três torneios continentais consecutivos… Meu torneio preferido, ainda que não seja o dele… Olhem para trás e vejam quantos conseguiram este êxito em tão pouco tempo como treinador.
ㅤㅤㅤㅤ Bendito Maio. Mês do meu nascimento. Mês que já me deu tantas alegrias, mas que também me proporcionou tantas tristezas. Bendito Maio. 31 de Maio de 2018 ele se vai num “à bientôt”. Mais uma trapalhada de Florentino Perez, o nosso “mal necessário”. Mais um complexo de Ford. Sim… porque muitos laureiam o nome de Henry Ford, mas não sabe o quão ruim era ele como gestor de pessoas. Não podia sentir que alguém estava “ganhando” nome em sua organização. Ele tinha que ser o maior. Seu neto seguiu pelo mesmo caminho e assim como eles, temos um montão de gestores de mesma estirpe. Florentino é um cara assim. O mal necessário para o Madrid. O cara que é responsável por colocar estrutura para que o Madrid seja o melhor e o maior, mas um péssimo gestor de pessoas. O que o Madridismo espera para o futuro? “Yo lo no sé!” Só tenho a agradecer a esta humilde pessoa que me proporcionou tantas alegrias. Zidane… Muito obrigado! Merci beaucoup! Muchas ‘GraZZias’!

terça-feira, 7 de novembro de 2017

A Vida Continua...

 ㅤㅤㅤFazia tempo que eu não vinha aqui escrever. É realmente estranho, mas quem me “lembrou” que este blog ainda existia foi o batera do Facing Fear, Vall Maranhão. Eu poderia colocar uns três ou quatro textos na porrada aqui, mas sinceramente ainda assim eu ficaria devendo muita coisa.
 ㅤㅤㅤEu vou começar falando do meu ingresso nessa banda de Heavy Metal Tradicional. O Facing Fear me convocou para esta missão que eu sinceramente, no início, não via como algo relativamente difícil. Simplesmente porque difícil já é ser integrante de uma banda de Heavy Metal no Brasil. Por questões que fogem da compreensão de meros mortais como nós, os meios de comunicação não permitem a ascensão de um gênero que é aclamado por tantos brasileiros, porém ocultado severamente pelo seio midiático. É realmente lamentável.
 ㅤㅤㅤEu ingressei no Ensino Superior, no curso de Administração. Neste ambiente, se você souber observar e absorver, acaba compreendendo muitas coisas que nos cercam no dia a dia. Está sendo realmente muito relevante na minha vida, principalmente no que tange à minha “carreira musical”.
Também, já há algum tempo, comecei um negócio com meus grandes amigos Jëy Douglas Séék’s e Higor Richard. Pintura automotiva, sob a supervisão do primeiro aí. Afinal, é melhor ter um negócio próprio ainda pouco rentável do que aturar desaforos com dinheiro no bolso.
 ㅤㅤㅤPerdi Kakaroto nesses dias. O gato que me ensinou a respiração e articulação. Como eu sempre disse: “Parece inacreditável, mas este gato Saiyajin me ensinou as técnicas básicas de canto.”
 ㅤㅤㅤContinuo com a minha morena, que está ruiva agora! Mulher simplesmente sensacional. Não tenho do que reclamar desta mocinha, não preciso pedir por mais.
 ㅤㅤㅤSim! O Steel Wölf ainda existe. Está na ativa e provavelmente trará algo novo no próximo ano.
Voltando à minha estada no Facing Fear, gravei o EP “Lutaremos Pelo Metal”, meu segundo trabalho profissional. Rodei com os caras em algumas datas, mas o que me fez ver raça no trabalho, com toda sinceridade, foi Raphael. Eu me vi no cara, há sete, oito anos, quando eu tentava de tudo para levar o Steel Wölf adiante, então nele eu vi que ainda tinha uma dívida com o Heavy Metal, vi que ainda podia dar sangue e suor, vi que podia encarar as adversidades com escárnio e basicamente, tentar trazer a felicidade para mais um irmão.
 ㅤㅤㅤEu estarei escrevendo mais por aqui. Se quiserem permanecer acompanhando, acompanhem! Se não… basta que sintonizem num canal de TV ou escolham uma série do Netflix.
 ㅤㅤㅤSee ya, homeboys!

sábado, 11 de agosto de 2012

Limpeza


Eu costumo fazer esta viagem uma vez por ano. É como limpar a minha mente, desligar-me de todas as responsabilidades, deveres e obrigações pertinentes ao meu cotidiano. Indo para um lugar onde ninguém me conhece, onde não preciso atender sequer uma ligação e ter de dar satisfação de algo, é simplesmente tranquilizante. Por parecer um sonho, eu tenho que acordar e, esse acordar é exatamente o retorno desta viagem.
Tenho realmente o costume de fazer isso uma vez por ano, indo para uma cidade que, apesar de ser ainda desconhecida a mim, já me parece familiar. Eu fazia isso sozinho, alugando um quarto de hotel e refletindo sobre as coisas que me decorreram durante um ano inteiro. Revendo minhas metas e meu presente, avaliando se o meu passado estaria influenciando negativa ou positivamente no acontecimentos que figuram em meu presente. Assim é esta viagem.
No entanto, neste ano, desta vez, eu resolvi levar uma pessoa comigo. Levei a pessoa que estava fazendo parte da situação, que estava intrinsecamente envolvida na minha vida durante todo aquele ano, me incentivando, me ajudando e me desestabilizando.
Eu tenho alguns amigos. Acho que não são muitos... Realmente não sei. Todavia prezo sempre o respeito e a lealdade desses. É exatamente por isso que eu não posso estar entregue a um desequilíbrio desenfreado. Os mais chegados me chamam de louco, maluco, dizem que não sou humano e algumas coisas mais. Realmente gostaria de não ser humano, sei lá. Não sei explicar muito bem isso. Mas o caso é que eu vivo na filosofia do “8 ou 80”, do Sim e do Não. Não tem meio termo. É como um técnico de futebol que anota tudo numa prancheta. Quando o jogo começar, ele não vai ter tempo de ficar olhando táticas, ele vai ter que sentir e decidir se vai ou não vai. Na vida não tem tempo para ficar no Talvez. Nós estamos aqui para fazer ou não fazer. É simples.
Voltando à minha viagem com a tal pessoa... Então foi assim... Parecia um filme de ação. Marcando horas, minutos, segundos para nos encontrar num local onde nenhum conhecido poderia desconfiar de nosso conluio na partida. Hehehe... Emocionante. Eu sempre vi o Tempo como o meu inimigo, mas o Capitão dizia para eu tratá-lo senão como um amigo, pelo menos com respeito. Infelizmente a minha paciência é curta... Talvez por isso eu tenha nascido com 8 meses. Não queria esperar mais um mês pra vir a este mundo completamente louco.
Tenhamos na mente que todos nós somos pecadores e assim viveremos tranquilos. Teremos na cabeça que o Não é certo, então buscaremos o Sim nesta vida. Teremos na mente que o Inferno nos espera, basta trabalharmos para alcançar o Céu.
Talvez eu não queira mesmo alcançar o Céu propriamente dito... Não sei... Mas o fato de viver a situação é o que me agrada. O fato de lutar e não de vencer ou perder. Pois quando perdemos, nos martirizamos encontrando respostas sobre os porquês da derrota. Quando vencemos, sorrimos, choramos, nos vangloriamos pela vitória, mas não demora muito tempo e colocamos o maldito troféu em cima da estante deixando pegar poeira. Não... Absolutamente não. Eu gosto é da luta... é do sangue e do suor por estar batalhando, por estar vivo. E por isso eu joguei fora várias oportunidades em estar numa vida cômoda, onde eu me deixaria ficar gordo numa poltrona em frente a uma TV de Plasma. Phoda-se o luxo besta. Isso não é viver, não é lutar.
Saio muito do foco do texto, não é? Não me importo nem um pouco por isso, porque gosto do que estou fazendo. Estou escutando um Bootleg do Judas Priest de 1983, um Show em Nova York para alguma TV, sei lá!
Então eu e a pessoa, a morena, pegamos um ônibus para a Central do Brasil, no Rio de Janeiro. E de lá pegamos um trem para a tal cidade. Gosto muito da cidade do Rio de Janeiro, embora não goste nem um pouco do “naipe” do povo. Povo de mente pequena, que prioriza muito a marginalidade em todas as facetas. Seja os “riquinhos” pagando os “cafés” para algum “cana” numa “dura”; seja os phodidos bancando de marginais por aí. Phoda-se também! O Inferno está cheio deles. Espero que lá embaixo tenha muito Heavy Metal. Aí sim será o tormento desse povo. Heh!
Chegamos à tal cidade e alugamos um quarto. Vivemos dois dias longe de tudo e todos, onde apenas telefonemas de um figurante veio a nos azucrinar. Bastou desligar o telefone e isso se resolveu. Nada como viver à vontade e por favor, não confundam isso com luxo. Viver à vontade é viver bem contigo mesmo. E por isso eu preciso desta viagem. Acho que todos precisam de algo assim. Isolar-se com seus problemas e torná-los soluções.
Rimos, conversamos, caminhamos, comemos e outras coisas mais que um casal deve fazer para não se fender. Foi realmente maravilhoso. Eu agradeço muito a presença dela, porque assim me foi concedido a oportunidade de equilibrar o meu desequilíbrio, de desequilibrar o meu equilíbrio; de normalizar a minha loucura, de enlouquecer meu estado normal.
Quando voltamos era tudo a mesma coisa concretamente. Ruas, pessoas, jeitos, peculiaridades. Mas eu estava “limpo”. Acredito que também tenha sido uma experiência muito boa a ela.
Assim eu limpo a minha estrada, permitindo com que eu corra feito um índio num carro conversível, pilotando de olhos fechados e cabeça inclinada para trás, sentindo o vento na fronte, sem mirar o horizonte como meu único objetivo. Pessoas e situações sempre aparecem em nossas vidas e por isso devemos relevar isto. Não podemos mirar um único ponto deixando que as situações que nos aparecem não fossem nada.
See ya! 

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Knock Out!!!


Há muito tempo eu não escrevo aqui, sabe! Eu sinceramente achei que quando voltasse a escrever neste blog, seria para falar de coisas boas... sorrisos, resultados... sucessos!
Mas infelizmente, como eu já ouvi diversas vezes, nós não podemos ganhar sempre! Queria realmente saber o balanço de tudo... Déficit ou Superávit? Acho que não há meio termo quando o assunto é a vida deste que vos fala.
Levei um Knock Out! Rápido, dinâmico, sagaz! Achei que a luta já estava ganha, quando ele me nocauteou. Acho que eu estava de costas e recebi um “Rabbit Punch” bem no topo do crânio. Tenho escutado a voz dos meus amigos, mas não to conseguindo codificar direito o que eles falam. Consigo ver a preocupação disfarçada do meu irmão, mas não tenho coragem de encará-lo. Tenho que liderar quatro grandes homens, mas não tenho equilíbrio pra fazer isso.
Enfim entendo o que o Capitão dizia como “Santíssima Trindade”. Pai, Filho e Espírito Santo. Sabedoria, Equilíbrio e Fé! Sem esses três em harmonia você não vive, sabe! Não consegue manter certa coerência em seus hábitos de vida e tudo mais. Sempre fui advertido sobre a maneira como fiz as coisas... É 8 ou 80! Déficit ou Superávit! A vida é uma só para você ficar vivendo no meio termo, com medo de que algo de ruim aconteça! Mas é justamente por isso que muitos abdicam da vida de verdade para viver uma vida mascarada na tranqüilidade de um círculo vicioso.
Do portão pra fora é selva! Foi assim que eu fui treinado! Na selva você não pode sequer confiar em sua sombra, pois você não sabe realmente se é a sua sombra que o segue. Abdicar de defesas é o meio mais eficaz de se conseguir entes... e pessoas amadas! No entanto é um meio muito perigoso. Bastando um deslize e... Pronto! Knock Out!
É isso! Eu devo ter usado a defesa errada, a esquiva errada, ou ter subestimado o meu adversário! Acho que foi este! Eu devo ter subestimado o meu oponente e agora... Knock Out! 

sexta-feira, 16 de março de 2012

Steel Wölf fará show de lançamento do EP!


A banda de Heavy Metal Tradicional Steel Wölf fará o show de lançamento do EP “Howling Like A Steel Wölf no dia 21 de Abril de 2012, no Studio B, em Nova Iguaçu – RJ.
A banda trará além do set list do EP, covers do Judas Priest. Além da banda, outras duas farão parte do evento intitulado Smash Metal. As bandas Gates Of Purgatory com tributo ao Iron Maiden e Atomic Thrash com autoral e tributo ao Metallica.
O evento começará às 22h.

Segue o flyer do evento.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Lançamento oficial de single “Flash Like A Thunder” na internet


Vem sendo divulgado através dos canais do Steel Wölf na internet, o single “Flash Like A Thunder”. A banda de Heavy Metal Tradicional do Rio de Janeiro ainda não tem data precisa para o lançamento do EP “Howling Like A Steel Wölf”, no entanto tudo indica que em finais de Fevereiro os headbangers poderão contar com mais um trabalho voltado ao gênero.
Segue a música postada no youtube:


sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Frustração!



Como pode haver algo de tão perigoso dentro das emoções humanas? Eu venho escrever este texto com palavras soltas, que vêm à minha mente rapidamente e são jogadas através destas teclas.
Decerto o ser humano tem uma variedade de emoções que o elevam e o derrubam, mas a frustração é como se a pessoa estivesse de pé e repentinamente fosse puxada pelos tornozelos. Bum! Estatela ao chão. Se fosse realmente apenas um tombo, poderia até se tornar engraçado com o passar do tempo. Mas quando se trata do emocional... Aí a coisa muda.
Sabe quando você se planeja para um acontecimento, filtrando tudo o que podia dar errado, esgueirando-se de maneira a evitar qualquer possibilidade de fracasso, apoiando-se nos créditos em que você mesmo acha que sua moral tem?
Pois é... Mas de repente... Já era! E então você fica se martelando: “O que eu fiz de errado? Até o que poderia dar errado eu já havia manobrado...”
Então a mente roda e roda e roda e nada! Não consegue encontrar uma explicação.
Faz seis minutos que comecei a escrever este texto e não tenho a mínima vontade de continuá-lo.
Alguns irão pensar: “Que babaquice! Tá fazendo isso para aparecer!” Não! O que eu faço para aparecer é música, isto aqui eu faço porque tenho certeza que há alguém que me entenderá.
A frustração é perigosa, pois pode nos levar a um estado em que já não mais teremos controle sobre nossas emoções. Não sou formado em psicologia nem psiquiatria, mas não preciso de nenhum “canudo” para constatar isso.
Mas a frustração só é perigosa porque decorre de uma ação ou ações provindas de outra pessoa. Você jamais poderá ficar frustrado em decorrência de uma coisa ou qualquer objeto inanimado. A frustração vem de um ato ao qual você contava com algo que uma pessoa te garantira, mas não mais que de repente... já era!
Perdi a vontade de continuar...