quinta-feira, 22 de novembro de 2012

O Steel Wölf continua...


Há algum tempo eu não venho postando informação alguma a respeito do Steel Wölf, muito por conta ao respeito com que tenho com a imagem da banda, bem como o respeito que tenho com a imagem dos músicos envolvidos nos episódios passados.
No entanto, este respeito não foi recíproco por parte de alguns dos integrantes. Mas eu seguirei esta narrativa por partes.
Mais uma vez quero agradecer aqui primeiro ao Pai Céu, que vem me protegendo, garantindo sorte, saúde e força. E à Mãe Terra que vem me garantindo o terreno necessário à minha vitória, deitando sobre o Vosso seio todos os meus obstáculos.
Quero agradecer também ao Capitão, que seja lá de onde estiver, está zelando pela segurança de seus soldados.
Quero agradecer a todos os integrantes que estiveram nas diversas formações do Steel Wölf, porque sem eles a banda não teria tudo o que teve até então.
Quero agradecer também a um cara que alguns têm pouca estima. Markus Roza, muito conhecido como vocalista da banda Attar. O motivo é simples. Muitas portas foram abertas à banda graças e este cara, que tenho grande amizade.
Quero agradecer ao meu irmão Mr. B. por sempre me aconselhar sobre determinado movimento no cenário da música.
Quero agradecer à Island Press, ao Rômel, por estar conosco durante boa parte do ano de 2012, espalhando nosso nome pelos quatro cantos possíveis.
Quero agradecer ao Gasper Tattoo, por continuar a ser um ativo colaborador do Steel Wölf.
Enfim, a todos que ajudaram e continuam ajudando o Steel Wölf, seja lá onde estão.

Então vamos por parte. Todos os integrantes que estiveram no Steel Wölf sabiam da filosofia da banda em não divulgar os problemas e soluções internos da banda, mesmo que num breve futuro se desligassem. No entanto, alguns dos últimos integrantes não consideraram isso, algo tão intrínseco ao Steel Wölf e que, pra mim, foi uma tremenda falta de respeito.
Deixo claro aqui que em nenhum momento divaguei informações imprecisas sobre integrantes, falando aos quatro ventos sobre suas vidas à revelia. Porém não foi o que aconteceu da parte de alguns com a minha pessoa.
Eu venho trazer esta narrativa, para acabar de uma vez por todas com as fofoquinhas que algumas pessoas da cena underground de São Gonçalo vem fazendo, esse papelzinho mesquinho que não convém a minha pessoa fazer o papel de raqueteiro. u, que vem me protegendo, me garantindo saao Pai Cgem da banda, bem como o respeito que tenho com a imagem dos moO c



No meado do ano, o Steel Wölf estava trilhando caminhos extremamente difíceis, que precisaria e muito da forte colaboração de todos os integrantes, bem como do pensamento uno. Quem me conhece, sabe de todo o esforço que venho fazendo desde sempre para tocar isso pra frente, independente de quaisquer situações. Num determinado momento, resultado das diversas privações que me incuti para levar a cabo financeiramente a minha parte na banda, cheguei a ficar doente. Na época, 20 Kg abaixo do peso mínimo. Como nunca gostei de parar a banda por causa de integrante nenhum, não seria por minha causa que o Steel Wölf ficaria parado. Assim, pedi ao J6 (Jëy Séék’s) e Neo (Patrick) que liderasse a banda enquanto eu teria um tempo de ausência. Pedi 6 meses, prometendo me resolver em menos tempo. Na época, ainda estava com pendência num relacionamento conturbado.
Então foi aí que o problema estourou. Neo agiu da mesma mão que havia agido há 2 anos com a sua banda Atomic Thrash. Começou a espalhar aos quatro ventos que estava fora do Steel Wölf, quando aos membros, desconversava. Largou de mão os trabalhos da banda, inclusive recolhendo seus equipamentos do local onde ensaiávamos. Daí, saiu espalhando por aí – e isso muita gente da cena afirmou veementemente vir dele – que eu havia mudado e que inclusive teria contraído o vírus HIV. Ou seja, que eu estaria com AIDS.
Bom... De lá pra cá passei por três gripes e diversas escoriações. Se eu estiver com AIDS, vou acreditar firmemente na hipótese de não ser humano.
Mas aí, como sempre, ao telefonar-lhe, ele me negou. E como eu não sou policial para ficar averiguando e interrogando ninguém, deixei quieto. O problema maior se tornou quando as pessoas locais começaram a me interrogar pelo fim do Steel Wölf dizendo que o próprio Neo afirmava, igualmente a algum(ns) integrante(s) de sua banda de Thrash Metal. Desnecessário indicar o(s) nome(s), já que não há relação efetiva com a banda Steel Wölf.
O curioso é você ajudar e ser esfaqueado. É como o Dee Snider diz: “Like A Knife In The Back”.
Neo foi desligado por Jëy Séék’s e Bob Steeler (Luis Eduardo), que já estavam cansados do “chove não molha” do baterista que gravou o Howling Like A Steel Wölf.
Essa atitude de Neo começou exatamente um mês e meio antes do show que fizemos no Rock Hero – Recreativo Caxiense – no dia 2 de Agosto.
Daí mais problemas privados me assolaram... problemas de longa data que voltaram e, é claro, eu não poderia deixar de resolver.
Uma coisa que aprendi desde cedo com bandas é que, jamais deixe formar grupos dentro da banda, isso é certo de causar um resultado negativo no fim.
Eu cheguei a faltar um ensaio por conta de tais problemas, onde ainda tínhamos um probleminha maior a respeito do show do dia 2. Graças ao Pai Céu tudo transcorreu perfeitamente durante a apresentação, onde mais uma vez fomos muito bem acolhidos pelo público de Caxias. É impressionante como o Steel Wölf é extremamente bem tratado fora de São Gonçalo... Isso é realmente fascinante.
Logo no dia seguinte eu recebi a bomba: Jëy Séék’s vinha me comunicar o seu desligamento pelo site de relacionamento FACEBOOK. Esse cara é o meu irmão branco e o carregava como um tenente no Steel Wölf. Realmente me causou muita surpresa e até achei que fosse por alguma coisa que eu tinha feito. Mas algum tempo depois ele me explicou o fato que, segundo ele, não foi objetivado por minha pessoa. Não convém aqui explicar o sucedido, muito porque se trata de uma questão particular do cara e não minha.
Enquanto isso, durante a semana que se seguia após o show, Bob Steeler desfilava a língua aos quatro ventos dizendo que o Steel Wölf estava acabado. Relatava que a saída dele coincidia com a dos demais e assim tinha por fim o Steel Wölf. Eu queria realmente saber o que se passava na cabeça desse cara que nem o set-list dos shows tinha decorado. Diversas vezes o Steel Wölf teve mudanças em sua formação. Diversas vezes o Steel Wölf teve sua configuração completamente diferente.
O cara começou a desfilar no underground – e isso eu alio o Neo – como o último capitão do barco. Desnecessária atitude do cara, que em nenhum momento desmentiu as divulgações daqueles que “depreciavam” o Steel Wölf. Gostaria que imaginassem a minha decepção de após 3 anos convividos com uma pessoa e, então, receber relatos comprovados de atitudes tão mesquinhas.
Não posso nem preciso me estender a respeito dos dois últimos integrantes da banda – Iggor e Danny. Pessoas que pouco convivi e que pouco tenho a dizer, no entanto, Danny ainda teve o brio de vir até mim comunicar-me sobre sua saída, com seus motivos particulares. Não cabe a mim nem a ninguém julgar seus motivos, independente do que ele tenha feito após. Foi um cara certo comigo no momento certo.
Ainda gostaria de uma acareação, com os quatro membros do Howling Like A Steel Wölf, no entanto, tenho a total certeza que vai ser um tal de olho virado e desculpas cuspidas um em relação ao outro, ainda que se salve um ou 2 de caráter íntegro. Seria o certo a fazer, seria uma atitude competente com o caráter de um homem.
Por fim, está aí a minha versão do acontecido. Minha ausência no underground durante o período do último show até o momento tem um único propósito: o meu trabalho no Steel Wölf. Quem me conhece do cenário, sabe que eu vivo para a banda e pela banda, ainda que tivesse de me ausentar por assuntos pessoais. Afinal, nunca tive espaço para tais assuntos mesmo.
Gostaria também que ninguém apontasse para as mulheres dos integrantes. Esse tipo de motivação por confusão nunca coube na minha cabeça. Nunca meti meus dedos em relacionamento de nenhum integrante, justamente para que não houvesse reciprocidade. No entanto, também ouvi muitas coisas desagradáveis vindas de ex-integrantes a respeito de minha mulher e meu relacionamento.
De uma vez por todas, gostaria que acabassem esses rumores – que já se tornou foguetório – a respeito do fim do Steel Wölf. Gostaria que essa fofocada acabasse de vez e, antes que as pessoas continuassem a propagar isso porque ouviram de algum ex-integrante, contate-me e tire a dúvida. Eu estou no Steel Wölf, eu sou o líder do Steel Wölf, então eu sei o destino desta banda de Heavy Metal Tradicional. Esperem-nos em 2013.

Desde já, grato!

See ya! 

sábado, 11 de agosto de 2012

Limpeza


Eu costumo fazer esta viagem uma vez por ano. É como limpar a minha mente, desligar-me de todas as responsabilidades, deveres e obrigações pertinentes ao meu cotidiano. Indo para um lugar onde ninguém me conhece, onde não preciso atender sequer uma ligação e ter de dar satisfação de algo, é simplesmente tranquilizante. Por parecer um sonho, eu tenho que acordar e, esse acordar é exatamente o retorno desta viagem.
Tenho realmente o costume de fazer isso uma vez por ano, indo para uma cidade que, apesar de ser ainda desconhecida a mim, já me parece familiar. Eu fazia isso sozinho, alugando um quarto de hotel e refletindo sobre as coisas que me decorreram durante um ano inteiro. Revendo minhas metas e meu presente, avaliando se o meu passado estaria influenciando negativa ou positivamente no acontecimentos que figuram em meu presente. Assim é esta viagem.
No entanto, neste ano, desta vez, eu resolvi levar uma pessoa comigo. Levei a pessoa que estava fazendo parte da situação, que estava intrinsecamente envolvida na minha vida durante todo aquele ano, me incentivando, me ajudando e me desestabilizando.
Eu tenho alguns amigos. Acho que não são muitos... Realmente não sei. Todavia prezo sempre o respeito e a lealdade desses. É exatamente por isso que eu não posso estar entregue a um desequilíbrio desenfreado. Os mais chegados me chamam de louco, maluco, dizem que não sou humano e algumas coisas mais. Realmente gostaria de não ser humano, sei lá. Não sei explicar muito bem isso. Mas o caso é que eu vivo na filosofia do “8 ou 80”, do Sim e do Não. Não tem meio termo. É como um técnico de futebol que anota tudo numa prancheta. Quando o jogo começar, ele não vai ter tempo de ficar olhando táticas, ele vai ter que sentir e decidir se vai ou não vai. Na vida não tem tempo para ficar no Talvez. Nós estamos aqui para fazer ou não fazer. É simples.
Voltando à minha viagem com a tal pessoa... Então foi assim... Parecia um filme de ação. Marcando horas, minutos, segundos para nos encontrar num local onde nenhum conhecido poderia desconfiar de nosso conluio na partida. Hehehe... Emocionante. Eu sempre vi o Tempo como o meu inimigo, mas o Capitão dizia para eu tratá-lo senão como um amigo, pelo menos com respeito. Infelizmente a minha paciência é curta... Talvez por isso eu tenha nascido com 8 meses. Não queria esperar mais um mês pra vir a este mundo completamente louco.
Tenhamos na mente que todos nós somos pecadores e assim viveremos tranquilos. Teremos na cabeça que o Não é certo, então buscaremos o Sim nesta vida. Teremos na mente que o Inferno nos espera, basta trabalharmos para alcançar o Céu.
Talvez eu não queira mesmo alcançar o Céu propriamente dito... Não sei... Mas o fato de viver a situação é o que me agrada. O fato de lutar e não de vencer ou perder. Pois quando perdemos, nos martirizamos encontrando respostas sobre os porquês da derrota. Quando vencemos, sorrimos, choramos, nos vangloriamos pela vitória, mas não demora muito tempo e colocamos o maldito troféu em cima da estante deixando pegar poeira. Não... Absolutamente não. Eu gosto é da luta... é do sangue e do suor por estar batalhando, por estar vivo. E por isso eu joguei fora várias oportunidades em estar numa vida cômoda, onde eu me deixaria ficar gordo numa poltrona em frente a uma TV de Plasma. Phoda-se o luxo besta. Isso não é viver, não é lutar.
Saio muito do foco do texto, não é? Não me importo nem um pouco por isso, porque gosto do que estou fazendo. Estou escutando um Bootleg do Judas Priest de 1983, um Show em Nova York para alguma TV, sei lá!
Então eu e a pessoa, a morena, pegamos um ônibus para a Central do Brasil, no Rio de Janeiro. E de lá pegamos um trem para a tal cidade. Gosto muito da cidade do Rio de Janeiro, embora não goste nem um pouco do “naipe” do povo. Povo de mente pequena, que prioriza muito a marginalidade em todas as facetas. Seja os “riquinhos” pagando os “cafés” para algum “cana” numa “dura”; seja os phodidos bancando de marginais por aí. Phoda-se também! O Inferno está cheio deles. Espero que lá embaixo tenha muito Heavy Metal. Aí sim será o tormento desse povo. Heh!
Chegamos à tal cidade e alugamos um quarto. Vivemos dois dias longe de tudo e todos, onde apenas telefonemas de um figurante veio a nos azucrinar. Bastou desligar o telefone e isso se resolveu. Nada como viver à vontade e por favor, não confundam isso com luxo. Viver à vontade é viver bem contigo mesmo. E por isso eu preciso desta viagem. Acho que todos precisam de algo assim. Isolar-se com seus problemas e torná-los soluções.
Rimos, conversamos, caminhamos, comemos e outras coisas mais que um casal deve fazer para não se fender. Foi realmente maravilhoso. Eu agradeço muito a presença dela, porque assim me foi concedido a oportunidade de equilibrar o meu desequilíbrio, de desequilibrar o meu equilíbrio; de normalizar a minha loucura, de enlouquecer meu estado normal.
Quando voltamos era tudo a mesma coisa concretamente. Ruas, pessoas, jeitos, peculiaridades. Mas eu estava “limpo”. Acredito que também tenha sido uma experiência muito boa a ela.
Assim eu limpo a minha estrada, permitindo com que eu corra feito um índio num carro conversível, pilotando de olhos fechados e cabeça inclinada para trás, sentindo o vento na fronte, sem mirar o horizonte como meu único objetivo. Pessoas e situações sempre aparecem em nossas vidas e por isso devemos relevar isto. Não podemos mirar um único ponto deixando que as situações que nos aparecem não fossem nada.
See ya! 

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Knock Out!!!


Há muito tempo eu não escrevo aqui, sabe! Eu sinceramente achei que quando voltasse a escrever neste blog, seria para falar de coisas boas... sorrisos, resultados... sucessos!
Mas infelizmente, como eu já ouvi diversas vezes, nós não podemos ganhar sempre! Queria realmente saber o balanço de tudo... Déficit ou Superávit? Acho que não há meio termo quando o assunto é a vida deste que vos fala.
Levei um Knock Out! Rápido, dinâmico, sagaz! Achei que a luta já estava ganha, quando ele me nocauteou. Acho que eu estava de costas e recebi um “Rabbit Punch” bem no topo do crânio. Tenho escutado a voz dos meus amigos, mas não to conseguindo codificar direito o que eles falam. Consigo ver a preocupação disfarçada do meu irmão, mas não tenho coragem de encará-lo. Tenho que liderar quatro grandes homens, mas não tenho equilíbrio pra fazer isso.
Enfim entendo o que o Capitão dizia como “Santíssima Trindade”. Pai, Filho e Espírito Santo. Sabedoria, Equilíbrio e Fé! Sem esses três em harmonia você não vive, sabe! Não consegue manter certa coerência em seus hábitos de vida e tudo mais. Sempre fui advertido sobre a maneira como fiz as coisas... É 8 ou 80! Déficit ou Superávit! A vida é uma só para você ficar vivendo no meio termo, com medo de que algo de ruim aconteça! Mas é justamente por isso que muitos abdicam da vida de verdade para viver uma vida mascarada na tranqüilidade de um círculo vicioso.
Do portão pra fora é selva! Foi assim que eu fui treinado! Na selva você não pode sequer confiar em sua sombra, pois você não sabe realmente se é a sua sombra que o segue. Abdicar de defesas é o meio mais eficaz de se conseguir entes... e pessoas amadas! No entanto é um meio muito perigoso. Bastando um deslize e... Pronto! Knock Out!
É isso! Eu devo ter usado a defesa errada, a esquiva errada, ou ter subestimado o meu adversário! Acho que foi este! Eu devo ter subestimado o meu oponente e agora... Knock Out! 

sexta-feira, 16 de março de 2012

Steel Wölf fará show de lançamento do EP!


A banda de Heavy Metal Tradicional Steel Wölf fará o show de lançamento do EP “Howling Like A Steel Wölf no dia 21 de Abril de 2012, no Studio B, em Nova Iguaçu – RJ.
A banda trará além do set list do EP, covers do Judas Priest. Além da banda, outras duas farão parte do evento intitulado Smash Metal. As bandas Gates Of Purgatory com tributo ao Iron Maiden e Atomic Thrash com autoral e tributo ao Metallica.
O evento começará às 22h.

Segue o flyer do evento.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Lançamento oficial de single “Flash Like A Thunder” na internet


Vem sendo divulgado através dos canais do Steel Wölf na internet, o single “Flash Like A Thunder”. A banda de Heavy Metal Tradicional do Rio de Janeiro ainda não tem data precisa para o lançamento do EP “Howling Like A Steel Wölf”, no entanto tudo indica que em finais de Fevereiro os headbangers poderão contar com mais um trabalho voltado ao gênero.
Segue a música postada no youtube:


sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Frustração!



Como pode haver algo de tão perigoso dentro das emoções humanas? Eu venho escrever este texto com palavras soltas, que vêm à minha mente rapidamente e são jogadas através destas teclas.
Decerto o ser humano tem uma variedade de emoções que o elevam e o derrubam, mas a frustração é como se a pessoa estivesse de pé e repentinamente fosse puxada pelos tornozelos. Bum! Estatela ao chão. Se fosse realmente apenas um tombo, poderia até se tornar engraçado com o passar do tempo. Mas quando se trata do emocional... Aí a coisa muda.
Sabe quando você se planeja para um acontecimento, filtrando tudo o que podia dar errado, esgueirando-se de maneira a evitar qualquer possibilidade de fracasso, apoiando-se nos créditos em que você mesmo acha que sua moral tem?
Pois é... Mas de repente... Já era! E então você fica se martelando: “O que eu fiz de errado? Até o que poderia dar errado eu já havia manobrado...”
Então a mente roda e roda e roda e nada! Não consegue encontrar uma explicação.
Faz seis minutos que comecei a escrever este texto e não tenho a mínima vontade de continuá-lo.
Alguns irão pensar: “Que babaquice! Tá fazendo isso para aparecer!” Não! O que eu faço para aparecer é música, isto aqui eu faço porque tenho certeza que há alguém que me entenderá.
A frustração é perigosa, pois pode nos levar a um estado em que já não mais teremos controle sobre nossas emoções. Não sou formado em psicologia nem psiquiatria, mas não preciso de nenhum “canudo” para constatar isso.
Mas a frustração só é perigosa porque decorre de uma ação ou ações provindas de outra pessoa. Você jamais poderá ficar frustrado em decorrência de uma coisa ou qualquer objeto inanimado. A frustração vem de um ato ao qual você contava com algo que uma pessoa te garantira, mas não mais que de repente... já era!
Perdi a vontade de continuar...

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Pedido de desculpas...


É... Eu não tenho sido um bom menino com a atualização deste blog. Desde Outubro eu não venho postando e certamente eu não saberia enumerar as causas disso com tamanha precisão.
Para aqueles que me perguntam sobre o Steel Wölf, venho tranqüilizar-vos, pois está tudo correndo muito bem, com exceção, é claro, de um quinto membro na banda. Estamos com outro membro a ser testado.
Quanto ao CD, já está tudo gravado. Todas as linhas instrumentais e de vocais já foram gravadas, restando apenas equalização e mixagem. Realmente a banda não tem feito as apresentações, todavia em grande parte por conta disso, visto que só podemos trabalhar no CD uma vez por semana, justamente nos fins das mesmas.
Bom também frisar que além das músicas que estarão no EP, a banda já entrará em 2012 com músicas novas. Uma série de músicas que durante todo este tempo foram elaboradas. Espero sinceramente que seja do agrado dos Metalheads.

Quanto a minha pessoa, já fico meio complicado em fazer uma análise acurada. Durante este período, tive momentos oscilatórios. Fiquei doente repentinamente, curando-me logo após – e em grande parte graças ao “Braço Direito do Capitão” – sem qualquer explicação.
Eu gostaria de pedir desculpas a uma série de pessoas que me são caras. No entanto eu ficaria a escrever por uma eternidade. Sinceramente não sou adepto do “não me arrependo de nada do que fiz no passado”. Isto é não ser humano. Quando uma pessoa não se arrepende de algo que feriu outra, uma outra pessoa que só queria o bem do próximo, realmente aquela não é lá muito certa das idéias.
Durante este tempo que separou a última postagem desta, muitas coisas aconteceram, movimentos meus que fugiram de meu Equilíbrio – sim. Equilíbrio com “E” maiúsculo – espiritual, mental.
Quando nós queremos algo, seja roupa, carro ou quaisquer outros objetos, podemos trabalhar firmemente para consegui-los. Com pessoas não funciona muito bem assim. E apesar de eu saber bem disso, muito estudado nas toneladas de páginas que o Capitão me incumbira no passado, às vezes a memória falha e eu me vejo num espaço vazio.
Para ilustrar melhor esta visão, para quem acompanhou o DBZ, havia a sala do templo de Kami Sama, onde não se podia afastar muito da porta, pois senão se perderia. É basicamente isso, como se eu estivesse perdido na imensidão daquele espaço alvo.
Mas então voltei às toneladas de páginas, da época dos treinamentos ministrados pelo Capitão e mais uma vez me veio àquela velha filosofia que sempre funciona: “Enquanto procurarmos o erro dentro de nós, visando melhoria, e deixarmos de culpar a terceiros, viveremos com a ousadia de um adolescente e a prudência de um ancião.”
E assim fica o meu pedido de desculpas!