sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Frustração!



Como pode haver algo de tão perigoso dentro das emoções humanas? Eu venho escrever este texto com palavras soltas, que vêm à minha mente rapidamente e são jogadas através destas teclas.
Decerto o ser humano tem uma variedade de emoções que o elevam e o derrubam, mas a frustração é como se a pessoa estivesse de pé e repentinamente fosse puxada pelos tornozelos. Bum! Estatela ao chão. Se fosse realmente apenas um tombo, poderia até se tornar engraçado com o passar do tempo. Mas quando se trata do emocional... Aí a coisa muda.
Sabe quando você se planeja para um acontecimento, filtrando tudo o que podia dar errado, esgueirando-se de maneira a evitar qualquer possibilidade de fracasso, apoiando-se nos créditos em que você mesmo acha que sua moral tem?
Pois é... Mas de repente... Já era! E então você fica se martelando: “O que eu fiz de errado? Até o que poderia dar errado eu já havia manobrado...”
Então a mente roda e roda e roda e nada! Não consegue encontrar uma explicação.
Faz seis minutos que comecei a escrever este texto e não tenho a mínima vontade de continuá-lo.
Alguns irão pensar: “Que babaquice! Tá fazendo isso para aparecer!” Não! O que eu faço para aparecer é música, isto aqui eu faço porque tenho certeza que há alguém que me entenderá.
A frustração é perigosa, pois pode nos levar a um estado em que já não mais teremos controle sobre nossas emoções. Não sou formado em psicologia nem psiquiatria, mas não preciso de nenhum “canudo” para constatar isso.
Mas a frustração só é perigosa porque decorre de uma ação ou ações provindas de outra pessoa. Você jamais poderá ficar frustrado em decorrência de uma coisa ou qualquer objeto inanimado. A frustração vem de um ato ao qual você contava com algo que uma pessoa te garantira, mas não mais que de repente... já era!
Perdi a vontade de continuar...

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Pedido de desculpas...


É... Eu não tenho sido um bom menino com a atualização deste blog. Desde Outubro eu não venho postando e certamente eu não saberia enumerar as causas disso com tamanha precisão.
Para aqueles que me perguntam sobre o Steel Wölf, venho tranqüilizar-vos, pois está tudo correndo muito bem, com exceção, é claro, de um quinto membro na banda. Estamos com outro membro a ser testado.
Quanto ao CD, já está tudo gravado. Todas as linhas instrumentais e de vocais já foram gravadas, restando apenas equalização e mixagem. Realmente a banda não tem feito as apresentações, todavia em grande parte por conta disso, visto que só podemos trabalhar no CD uma vez por semana, justamente nos fins das mesmas.
Bom também frisar que além das músicas que estarão no EP, a banda já entrará em 2012 com músicas novas. Uma série de músicas que durante todo este tempo foram elaboradas. Espero sinceramente que seja do agrado dos Metalheads.

Quanto a minha pessoa, já fico meio complicado em fazer uma análise acurada. Durante este período, tive momentos oscilatórios. Fiquei doente repentinamente, curando-me logo após – e em grande parte graças ao “Braço Direito do Capitão” – sem qualquer explicação.
Eu gostaria de pedir desculpas a uma série de pessoas que me são caras. No entanto eu ficaria a escrever por uma eternidade. Sinceramente não sou adepto do “não me arrependo de nada do que fiz no passado”. Isto é não ser humano. Quando uma pessoa não se arrepende de algo que feriu outra, uma outra pessoa que só queria o bem do próximo, realmente aquela não é lá muito certa das idéias.
Durante este tempo que separou a última postagem desta, muitas coisas aconteceram, movimentos meus que fugiram de meu Equilíbrio – sim. Equilíbrio com “E” maiúsculo – espiritual, mental.
Quando nós queremos algo, seja roupa, carro ou quaisquer outros objetos, podemos trabalhar firmemente para consegui-los. Com pessoas não funciona muito bem assim. E apesar de eu saber bem disso, muito estudado nas toneladas de páginas que o Capitão me incumbira no passado, às vezes a memória falha e eu me vejo num espaço vazio.
Para ilustrar melhor esta visão, para quem acompanhou o DBZ, havia a sala do templo de Kami Sama, onde não se podia afastar muito da porta, pois senão se perderia. É basicamente isso, como se eu estivesse perdido na imensidão daquele espaço alvo.
Mas então voltei às toneladas de páginas, da época dos treinamentos ministrados pelo Capitão e mais uma vez me veio àquela velha filosofia que sempre funciona: “Enquanto procurarmos o erro dentro de nós, visando melhoria, e deixarmos de culpar a terceiros, viveremos com a ousadia de um adolescente e a prudência de um ancião.”
E assim fica o meu pedido de desculpas!

domingo, 16 de outubro de 2011

Apenas um Lobo Solitário...


Tenho tudo e não tenho nada ao mesmo tempo. As primaveras vão passando, sempre trazendo a maldita consciência do arrependimento. Não abano a cabeça rejeitando tal pensamento, porque isso se tornou a modinha da década de 90. O famoso “Não me arrependo de nada que fiz” se aplica muito bem aos animais irracionais, àqueles que não precisam de prestar contas à ninguém, não precisam se preocupar com as conseqüências e mesmo se forem atingidos pelos próprios atos, se vangloriam de “marcas de guerra”.
Não! Absolutamente não! Fui treinado e instruído para fazer o meu melhor e nisso está incluso avaliar erros e acertos. Os arrependimentos vêm justamente desta análise, dando-nos experiência para que não tropecemos nos mesmos erros.
Quando perdi meu “Norte” fiquei rodando sobre os calcanhares em alta velocidade. Via flashes de uma história que felizmente posso dizer que já tenho, posso dizer que tenho coisas a contar da minha vida.
Decerto que a alegria aparece sempre de modo passageiro nesta estrada da minha vida. Tive grandes amigos. Amigos em nível de irmãos, mas que a vida tratou de tirá-los de perto, seja lá que motivo foi. Criou-se ferimentos que naquelas épocas eu não sabia o que eram, não entendia, mas que depois que foram cicatrizando, eu olhava com um sorriso de desdém para o golpe que a vida havia me dado.
E os golpes foram aumentando... E a carcaça foi ficando cada vez mais grossa. Hoje eu não vejo mais ninguém ao meu redor. À frente eu não vejo nada, é apenas um espaço em branco onde se colore a cada passo meu. Quando faço planos é mais no sonho do que na utopia, ainda que sejam cuidadosamente traçados, não tenho os mínimos recursos para empregá-los. Olho para os lados e vejo pessoas que aparecem e desaparecem de acordo com o tempo que dispõem para estarem presentes. E evito olhar pra trás, para que o saudosismo não me seduza, levando-me cada vez mais a períodos em que não posso estar.  E o sentimento de tristeza impera!

domingo, 4 de setembro de 2011

Julgamentos...


Às vezes, em nossa vida, muitas coisas acontecem sem ter explicação.
A filosofia do "Cavaleiro Solitário" não pode ser mais aplicada. Nós vivemos em sociedade, principalmente num país capitalista neo-liberal emergente. Simplesmente não podemos virar a cara para o mundo e matar todas as bolas no peito. Sempre teremos de contar com o auxílio de alguém mais perito do que nós, principalmente porque será a certeza do serviço pronto.
Pode não ter muita coisa coerente aí - realmente não tem - mas o ponto que quero chegar é outro...

A coisa mais difícil a se fazer neste mundo é não julgar o próximo. A todo momento estamos julgando as atitudes de nossos amigos, vizinhos, desafetos e por aí vai. Julgamos as atitudes de nossas esposas, filhos, pais e mães... E nada é mais constrangedor quando quem julgamos passa a nos ajudar... simplesmente de graça... sem pedir nada, sem cogitar absolutamente nada.

Daí vem a nossa mente, aquele subconsciente maldito que a todo momento tenta nos derrubar. Ele formula nossos julgamentos e no momento seguinte, que tomamos consciência do que estávamos fazendo, ele simplesmente inverte os papéis: "Eu só estou a seu serviço, senhor!"

Não venho tentar passar nenhuma lição de moral ou de conduta. Mas se gastarmos nosso tempo produzindo algo ao invés de pararmos para julgar os outros, vamos ver o quanto ganhamos de tempo ao invés de perdê-lo.

Julgar as pessoas é muito mais fácil do que não julgá-las!

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Obrigado, Capitão!

É impressionante como os momentos aparecem em nossa vida. Nas minhas postagens anteriores, eu vinha dizendo que tinha um problema ao qual não queria expor. Sim! Estava lutando bravamente junto com o Capitão, minha mãe, contra uma doença à qual nem os médicos davam certeza do que era. Quando saí cansado do evento São Gonçalo Rock, ao qual não toquei devido ao horário, tentei descansar em casa porque no dia seguinte ia conversar com o médico a respeito do estado do Capitão. Havia visto-o numa situação que jamais imaginaria. A conversa com o médico não foi nada proveitosa, tendo em vista que ele hesitava até em manter-nos o olhar. Na quarta-feira o Capitão partiu para comandar-nos lá do alto, donde nenhuma trincheira é capaz de tapar-lhe a visão, numa bateria anti-aérea é capaz de evitar seus vôos de observação. Perdi o Capitão com um sentimento de orgulho, um sentimento de que todo o treinamento passado me faz sentir cada vez mais poderoso. É doloroso, mas eu entendi o porquê disso.

Após todo o ambiente de tristeza ao qual envolve um funeral, eu precisava me preparar psicologicamente para encarar dois shows seguidos. O Capitão sempre deixou claro que não interessava o momento, eu devia continuar. E mais do que nunca, por ele, eu liderei o Lobo de Aço. Primeiro no Lote XV, na festa Dark Night Festival. Fomos muito bem recepcionados. O lugar é longe, no entanto a galera comparece e curte o evento. A produção também está de parabéns com o local, o som e as bandas. Mas o dia seguinte seria o mais difícil...

O dia seguinte seria o mais difícil justamente porque foi no local onde o Capitão foi pela última vez em um show do Steel Wölf. Tudo corrido... Teríamos apenas 20 min para mostrá-lo que vamos levar esta galé até o inferno se preciso for. O palco maravilhoso, a galera eufórica e lá Neo iniciou a bateria com “Hell Bent For Leather” do Judas Priest. Simplesmente mágico. Na canção seguinte, Caxias quebrou a lei com “Breaking The Law”, fazendo a quadra tremer. Aí veio uma música que estará no EP “Howling Like A Steel Wölf”, intitulada “Flash Like A Thunder”. Eu fiquei impressionado quando escutei a galera cantar até o pré-chorus da música. (Como? Se a música nem lançada foi?)

Tivemos então que terminar o show... e nada melhor do que matar a dor de tudo que foi passado com “Painkiller”. Os três integrantes estão de parabéns. A banda está num nível que nem eu imaginava estar. Eu agradeço o apoio de todos. Desde o funeral do Capitão às noite de Lote XV e Caxias. A baixada está de parabéns com a cena... e ao Capitão... Eu deixo a minha eterna continência!

Obrigado por tudo, mãe!

terça-feira, 12 de julho de 2011

SÃO GONÇALO ROCK?

Nas últimas semanas tive problemas familiares que só aumentaram em progressão geométrica, culminando num cansaço físico e mental no final de semana que abalaram todas as estruturas que minha matéria e espírito possuem.

O Steel Wölf acertou com um guitarrista novo, que terá três meses para mostrar aos integrantes que ele merece estar fazendo parte deste grande corpo. Ainda falando da banda, gravamos finalmente todas as linhas instrumentais, faltando apenas a minha parte no vocal e do “J6” nos backing vocals.

Quanto ao São Gonçalo Rock, o evento estava muito bem divulgado. Eu, responsável pela divulgação do Steel Wölf, deixei de propagar os dois shows que teremos em Lote XV e Caxias respectivamente para focar no São Gonçalo Rock.

Bastante gente no Recreativo Trindade no último dia 10, bastantes bandas também. Tá certo que a sinuca e o fliperama prometido não estavam lá, mas parece que a galera não deu muita atenção pra isso. Eu não estive o tempo todo no evento, chegando lá pelas 18h e alguma coisa, resultante dos problemas pessoais que vêm me acumulando cada vez mais. Eu sinceramente achei que subiria no palco a qualquer momento. Minha cabeça estava explodindo de dor. Isso me preocupou, pois eu teria de usar técnicas que fariam com que essa dor de cabeça triplicasse. Mas não era o caso. Era o Steel Wölf! O público e os outros integrantes nada têm a ver com esta dor.

Então as horas foram passando e a informação que foi passada da produção não foi filtrada com precisão pela banda, pois se fosse o caso, eu certamente não teria ancorado no Recreativo Trindade naquele estado. O Steel Wölf divulgou o evento mais do que metade da totalidade das bandas e no entanto não tocou. O informativo divulgado pela produção 48h antes dizia que o Steel Wölf subiria às 18h30, no entanto, durante o evento, a previsão de subida ao palco estava para às 22h30, sendo que a casa fecha militarmente às 23h, como aconteceu em outras ocasiões.

Sei que há bandas que contribuem financeiramente para que o evento corra e concordo que tais bandas devem ser vistas com outros olhos. Porém as bandas que divulgam e mais... As bandas que divulgam excessivamente o evento devem ser vistas com olhos mais refinados ainda!

Troquei de roupa e fui embora antes das 21h. Cheguei em casa me arrastando... E arrastando a mala com meus pertences e parafernálias do show... E dormi em sono pesado!

Agora vou tentar me redimir com a produção do Dark Night Festival e Rock Hero, divulgando respeitosamente o evento no tempo que resta!

terça-feira, 21 de junho de 2011

O Ano

O Ano

Falando a respeito da minha carreira (hehehe), comecei o ano muito parado com o Steel Wölf. Fizemos um show no Palácio do Rock, em Fevereiro, que não foi muito proveitoso. Tivemos alguns problemas com equipamentos, o que levou aos integrantes da banda decidir a levar os próprios em shows seguintes.

Então fiquei “parado” por um longo tempo. Fiz um show com meu outro projeto, juntamente com o baixista e “irmão branco” Jëy Séék’s. Neste Projeto Corredor X, nós convidamos alguns músicos para tocar conosco clássicos do Rock/Heavy Metal. Na ocasião, como estávamos visivelmente preguiçosos na busca por novos músicos, chamamos os outros integrantes do Steel Wölf, Bob e Patrick (atualmente chamado Neo).

Então veio uma longa espera sem shows, o qual penamos na produção do EP “Howling Like A Steel Wölf”. Tudo levava a crer que chegaríamos ao show no Recreativo Caxiense com o EP em mãos para apresentar à galera... Mas não foi isso que aconteceu...

Comecei a enfrentar uma série de problemas ao qual não convém – e eu realmente não gosto – de expor aqui. Isso debilitou um pouco as forças agressivas da banda. O EP, que era pra estar pronto e com sua baixa tiragem de 200 cópias devidamente vendida, ainda não teve sequer a voz gravada. E por incrível que pareça, por várias circunstâncias, me sinto de mãos atadas. Se atiro para um lado... acerto um pato! Se atiro para o outro... acerto um ganso!

Quando Maio chegou, a apreensão em torno de nós quatro – sim! O Steel Wölf vem com quase um ano numa formação de quatro integrantes – aumentou. Precisávamos fazer um ótimo show em Caxias, no Recreativo Caxiense. Primeiro porque queríamos apagar de nós mesmos os problemas que tivemos em Cascadura e segundo porque Caxias sempre nos recepcionou com calor. E não deu outra.

Apesar dos entraves que tivemos com o controlador de palco, a galera cantando o refrão de “Flash Like A Thunder” (de nossa autoria) e os quase 30 minutos de show foi o impulso necessário para encararmos este segundo semestre.

Então veio o convite para Nova Iguaçu... Que convite maravilhoso...

Desde que comecei a avançar os passos do Steel Wölf para o “lado de lá da poça”, sempre foi o meu desejo tocar em Nova Iguaçu, em partes por ser uma força da baixada fluminense. Guto Golf e sua esposa estavam em Caxias, no show anterior e não hesitaram em nos convidar a fazer a noite de 1 ano do Studio B.

Noite perfeita. O Studio B é um lugar o qual qualquer banda pode fazer uma apresentação e gravá-la em DVD. Não vai se arrepender. É um ambiente muito aconchegante.

Fizemos um show de 1 hora e pouca. Minha voz estava limpa, sem problemas, e ainda havia aperfeiçoado uma técnica nova de Ressonância (hehehe... deixem pra lá). Resultado? Um show a parte dos outros 3 integrantes. O Steel Wölf fez um espetáculo em que a galera até entoou o “Flash” da música “Flash Like A Thunder”

Às vezes eu penso que esses três caras me convidaram para entrar no Steel Wölf e não o contrário.

Então São Gonçalo estava no percurso. Apesar do Steel Wölf ser uma banda da cidade, nós parecemos forasteiros. A forma como a baixada fluminense acolhe a banda no faz sentir estrangeiros dentro de casa.

Levamos o próprio equipamento, incrementei meu visual (com minha calça novinha, novinha. *-*) e fomos para o Recreativo. O evento estava muito bom. A organização está de parabéns, principalmente na questão do som. Subimos ao palco e fizemos 40 minutos de um show alucinado. Além dos tributos ao Judas Priest (Sim! Nós tocamos Painkiller em nosso repertório), tocamos três músicas que estará no EP “Howling Like A Steel Wölf”. Foram elas: “The Beauty And The Beast”, “Motorcycle Girl” e “Flash Like A Thunder”. Jëy Séék’s fez lembrar sua principal influência, Nikki Sixx, numa apresentação espetacular. Neo e Bob dispensam comentários. Eu subi num palco com a melhor banda do mundo (eu sei, eu sei... já estou tirando o ego daqui do meu lado). Mas a galera não foi a mesma. Não sei se estavam cansadas ou se não estavam curtindo o show mesmo. Salvo alguns que pude perceber serem de Itaboraí, a maioria da galera assistiu à apresentação como se estivessem assistindo a um show de música clássica. Deve ter sido impressão minha... Então quero ver essa galera agitar no próximo show... No mesmo lugar... Dia 10 de Julho! No maior evento do ano da cidade de São Gonçalo! SG ROCK!

See ya!

Ooooh... kay!!!

Primeira Postagem!!!

A minha primeira postagem neste blog vem para justificar a criação do mesmo. Depois de muito tempo na internet, achei necessário criar um espaço onde eu, Terry Painkiller, pudesse colocar com minhas palavras as impressões sobre os momentos que correm diante de mim.

Não vou fazer resenhas de eventos aqui, porque já faço isso no site www.underock.com, muito menos criei isto para sair depreciando bandas, personalidades ou pessoas. Tentarei – e sei o quanto é difícil – não julgar nada, nem ninguém. Trarei a minha versão sobre shows do Steel Wölf, bem como de outros eventos e lugares em que eu estiver...

Gosto de escrever... e principalmente... gosto que leiam o que escrevo.

Get Serious or Get Lost!